Plugin interessante:: PicLens e reflexão sobre o mercado de softwares

10 02 2008
por Yin Yang

A dica deste plugin é tanto por causa da utilidade real dele quanto em si da idéia e dos comentários que falarei sobre o que ele me fez observer: o poder dos plugins para empresas que querem ter um bom início na estrada tortuosa e acirada do software.

o PicLens é um plugin para os browsers Mozilla Firefox, Internet Explorer e Safari (este para sua versão MAc apenas, pelo que pude testar), que cria uma parede com as imagens das galerias de certos tipos de sites como Flickr, DeviantArt, Picasa e as buscas em siets como o Yahoo e o Google, dentre outros. A lista completa está no site… é só ir lá.

Sobre o programa em si, estou utlizando ele no firefox do meu windows xp, posso dizer que realmente impressiona como ele funciona de maneira leve comparado ao que ele az por debaixo, que é verificar o album completo e ir colocando thumbnails das imagens em um mural. Porém, este mural pode ser movido de forma a aparentar que a muralha existe, e a mesma segue as proporções de profundidade com as imagens. Utilizando o mouse, se pode “navegar” através das imagens da muralha, e utilizando ou o botão esquerdo do mouse ou o rollover pode-se aumentar o tamanho da imagem que está em destaque. Pode-se também, com dois cliques em alguam imagem, passar as fotos do album no bom e velho modo de slideshow.

Um fato que se deve saber antes de utilizar o plugin é que ele faz tudo isso em “tempo real” utilizando a banda para criar os tumbnails, asism como a exibição das iamgens de modo mais detalhado. As iamgens detalhadas são carregadas apenas quando o usuário deseja vê-la assim. Logicamente, as imagens vistas em detalhe são guardadas em um cache, que infelizmente não fui atrás de saber qual é o limite real. Obviamente, a velocidade com a qual se conseque observar isso é diretamente proporcional a banda disponível… não adianta nada pegar uma galeria com centenas de imagens e uma banda discada que o programa irá demorar de todo modo.

Outro ponto interessante: há plugins para o WordPress e tem o programa que cria o código embed para a criação de slideshows em páginas web. Ou seja, uma ferramenta poderosa para exibição de imagens em galerias dentro de blogs e sites. Esse plugin pode auxiliar muito para a exibição de um passo-à-passo, dentre outras aplicações rápidas que pensei logo que observei a ferramenta.

Agora o “outro assunto”: como esse tipo de programa pode auxiliar empresas pequenas a conseguirem espaço no mercado.

muitas empresas peqeunas, e programadores solo, conseguem ter alguma notoriedade através da criação de um plugin para um programa muito utilizado. A vantagem de ser um plugin é que se o aplicativo no qual será aplicado for de grande abrangência, as chances da utilização do mesmo é maior, sem contar que grandes empresas tem hoje em dia em sua própria página uam área anexa sobre os plugins criados para a ferramenta, o que torna a busca mais rápida. Além disso, a criação destes plugins é muito mais fácil que a criação de um programa front-end, por causa das próprias limitações que a empresa deixou para a aplicação de plugins.

Outro lado interessante e crescente no mercado são as API’s para certos hardwares. o boom mais recente foi a criação de API’s e programas para o iPhone e outros smartphones. Aliás, um mercado aberto para novas idéias são para aplicações em celulares, que cada dia que passa se tornam cada vez mais centradores de informações e aplicações. Nada contra, mas EU ainda prefiro ter um notebook e deixar o celular para sua principal atividade: ligações. Lógico que eu adoraria ter um iPhone, mas dificilmente usaria ele como tocador, deixando isso pro meu iPod. Odiaria ficar sem carga para poder fazer/receber contatos por causa de estar ouvindo musica ou vendo vídeos.

ops… voltando ao assunto central, a criação de alicativos “pequenos” para se utilizar nos smarthphones depende muito de qual tipo de software poderá se programar, sendo que alguns são proprietários e precisam de licensa, ou de um software específico, ou pode ser utilizando algumas das linguagens mais conhecidos para mobiles. Temos como exemplos disso o Java, que já foi muito mais utilizado em telefones da primeira geração com camera conjunta e os programas para o Windows Mobile, o SO da empresa do senhor Bill, com tem sua base na programação C#.

De todo modo, é um dos mercados mais fáceis de se iniciar no brasil para quem pensa em atuar na área de jogos, pois é uam das áreas nas quais tem-se o retorno após a criação desses joguinhos. Infelizmente, o Brasil ainda está longe de se tornar um pólo de criação de jogos, e também de softwares em geral, devido aos problemas inerentes à outras áreas de tecnologia: tudo é muito caro. Além disso, tem também o lado “ultra-protecionista da moral”, como no caso da proibição de jogos ConterStrike (CS) e Everquest no país, sem contar os anteriores, como Duke Nukem, Carmageddon. Essa censura imbecil também pode podar muitos planos de algumas empresas pois, querendo o ministério público e os orgãos de “defesa” do consumidor, AS PESSOAS GOSTAM DE JOGOS VIOLENTOS. Por isso que temos no país a classificação por faixa etária, que é para saber que tipo de pessoa que estará comprando, ou seja, colocano na faixa etária correta, deixa na mão da pessoa o poder de ESCOLHA. Alías o caso do CS, o motivo foi por causa da criação de um mod – alteração no jogo para inserção/mudança de aspectos, que pode ser apenas superficial até mudança de paradigma – no qual se inseria a luta no meio dos morros cariocas, onde a bria era entre a polícia e os traficantes, podendo também atirar em civis inocentes e os “playboyzinhos imbecis das ONG’s” (ai ai… tropa de elite se fez presente neste momento).

Tá… agora vamos imedir um jogo por causa dele imitar parte da realidade? que lindo! então o mesmo IMBECIL que fez a moção para a retirada dos jogos, pode começar uma loooonga lista: seriados, novelas, filmes e tudo mais que tiver algo parecido. Melhor ainda! Vamos aplicar denovo a censura prévia e voltar aos tempos da ditadura! a democracia também serve para que eu possa ter a OPÇÃO DE ESCOLHER o que quero. Isso inclusive me fez lembrar de outros dois casos: o carro da viradouro deste ano que era sobre o holocausto e a “proposta de lei” para impor que nas TV’s a cabo um cota mínima de programas brasileiros na programação. ambos cerceiam tanto a liberdade de espressão quanto o poder de escolha própria do cidadão.

Denovo, voltando ao assunto do mercado, por causa das facilidades tanto de observação de um subprograma para um programa reconhecido, como a programação facilitada há a possibilidade de com poucos recursos se começar a ter uma maior imagem da empresa/freelancer no grande mercado tecnológico.

Lógico que não se deve apenas se pensar neste lado, os progrmas próprios são a alternativa mais certeira ainda para a consolidação no mercado, porém para um início pode ser bom para se conseguir experiencia e visão mercadologica.

vale a pena lembrar tambem que muitas dos aplicativos que hoje em dia parecem  ter sido feitos por grandes empresa, se inciaram com apenas um conjunto pequeno de programadores ou apenas um, como o orkut, que querendo ou não foi o início desse tipo de site, o youtube, o linux e o google.

portanto: os plugins podem ser um bom incio, mas não deve ser o grende alvo de uma empresa que pretende alcançar grandes proporções, assim como  API’s para hardwares específicos tambem podem ser um ótimo começo e nesse caso até pode-se manter no mercado por muitotempo, dependendo muito do poder do hardware.

PS1>> como devem ter notado, este post segue um caminho tortuoso, caminhando em diversos assuntos ao mesmo tempo. se isso for ruim, vou treinar mais para ter um texto mais coeso no assunto central.

PS2>>o Kallrish está sem internet por alguns motivos, por isso ele voltou a sumir do universo virtual. E eu não escrevi mais depois daquilo por causa da correria de fim de facu/carnaval. além disso, estou vendo que certas horas eu prefiro apenas ler a escrever algo, talvez por ainda não estar com as idéias em formação.

PS3>> Estou vendo os sites que irei colocar no blogroll, serão os blogs e sites que EU mais vejo e desejo recomendar. As explicações de cada site eu juro que tentarei colocar na aba links depois… aliás, lembrando do PicLens, eu tenho um deviantart, se quizerem ver.


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3 responses

10 02 2008
18 02 2008
marco (markspider)

Mais um incetivo pra pirataria. E tbm menos um atrativo para empresas investirem no mercado nacional. Mas é a vida, ainda haverá um presidente nerd no poder =B (pq um ignorante já tem…)

Qnto ao assunto do mercado nacional de software, um amigo meu já ajudou o irmão dele a fazer esses games de celular, é um mercado em ascensão no Brasil, mas nem sei o qnto rende para o programador. Vi q parece q até a tectoy tava embarcando nesse mercado, se n me engano.

Saludos! o/

21 06 2008
lolinha

(: aoksoaskoaksoaksok

site com pura redundancia de dados ;/
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criem coisas novas ;/;/;/;/;/;/;/;/;/;/;/;/;/

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